Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

whatsapp-image-2019-08-13-at-09-18-54
No comando: Inscrição para o debate “Comunicação, democracia e desigualdade social”.

Das 17h às

Flávia Regina
No comando: Jornal da Tambor

Das 11:00 às 12:00

São Luís precisa da Reserva Extrativista de Tauá Mirim

Compartilhe:
images-11

Da Agência Tambor
Por Danielle Louise
04/02/2020

“Não temos só esperança. Não podemos esperar que alguém faça. Temos que fazer, mas juntos. Precisamos que a população de São Luís conheça e entenda a importância da Reserva Extrativista de Tauá-Mirim”. Assim disse Alberto Cantanhede, mais conhecido como Beto Taim, em entrevista à Lívia Lima e Emilio Azevedo, para o Radiojornal Tambor, sobre a relevância da Reserva Extrativista de Tauá-Mirim.

A entrevista aconteceu nesta segunda-feira (03).

O convidado esclareceu que por meio da reserva é possível preservar os recursos hídricos e o serviço ambiental das florestas e mares, inclusive para a produção de alimentos. Segundo ele, já há uma escassez de algumas espécies de peixes. “É contraditório estarmos dentro de uma ilha que tem a confluência de três grandes rios e você ter escassez de peixe”, ponderou ele.

Beto destacou também como a proposta do Plano Diretor prejudicará tanto a população tradicional (da zona rural) quanto a população de São Luís como um todo.

Ele ressaltou como é perceptível a intromissão do empresariado em relação à proposta. O ativista comentou que a FIEMA tomou para si a responsabilidade da conferência sobre o projeto, fazendo com que o empresariado se beneficie e não o cidadão ludovicense. “A população teve que se submeter às regras da FIEMA para poder participar da conferência sobre o plano diretor”, denunciou ele.

Segundo Beto, o Plano Diretor ainda não atendeu completamente os anseios dos grandes empresários em relação a zona rural.

Outra ameaça, é no cenário nacional, quando é possível perceber alterações, inclusive, no Estatuto das Cidades. Beto apontou que, com estas mudanças, o governo federal poderá inviabilizar ações que protejam essas áreas. “Esse é um risco e nós precisamos acordar e ir para cima para não deixar que aconteça.”, comentou.

Para ouvir a entrevista completa ouça nosso TamborCast:

 

Deixe seu comentário: