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Militante do MST fala sobre a luta por terras durante a ditadura militar

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Da Agência Tambor
Por Danielle Louise

07/04/2021

Foto: MST/Divulgação

Como continuidade da série de entrevistas da Agência Tambor sobre a ditadura militar no Brasil, nesta quarta-feira, 7, a jornalista Flávia Regina Melo entrevistou a educadora popular e militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Simone Silva, que falou sobre a luta dos camponeses na época do golpe.

A entrevistada destaca que a ditadura militar foi uma grande violação de direitos humanos, políticos e culturais do povo brasileiro.

De acordo com ela, os movimentos sociais de camponeses organizados surgiram na década de 50, com a luta pela terra, por melhores condições de trabalho no campo e o combate ao capitalismo.

Simone Silva explica que na época da repressão esses movimentos foram criminalizados e perseguidos. Além disso, também os militares tinham um projeto político de expansão da fronteira agrícola, da tomada de terras e da expulsão de camponeses e indígenas de seus territórios.

A militante afirma que de acordo com dados oficiais coletados, 1196 trabalhadores rurais foram assassinados e desaparecidos por disputas fundiárias, no período do golpe.

A educadora popular também evidencia que a disputa por territórios é uma luta que continua atual mesmo após a redemocratização. Ela pontua que é o mesmo processo de expropriação.

“Essa luta para os camponeses não passou. É um enfrentamento de um projeto político que continua atual com o governo genocida que nós temos”, apontou.

Ouça a entrevista completa em nosso TamborCast.

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