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Godofredo Viana: MAB diz que barragem rompeu e discurso da mineradora é criminoso

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Da Agência Tambor
Por Danielle Louise

29/03/2021

Foto: Diogo Cabral 

No Radiojornal Tambor desta segunda-feira, 29, a jornalista Flávia Regina conversou com a integrante da coordenação nacional do Movimento dos atingidos por barragens (MAB), Dalila Calisto, que falou sobre rompimento da barragem de mineração de ouro do Aurizona, ocorrido no dia 25 de março, localizada no município de Godofredo Viana, no Maranhão.

A entrevistada enfatiza que o discurso da mineradora de negar o que aconteceu é criminoso. E aponta que a empresa, pertencente ao grupo privado Canadense Equinox Gold, explora a área há anos. 

O município de Godofredo Viana fica na região oeste do Maranhão, também conhecida como Baixada Maranhense, que comporta uma das maiores mineradoras de ouro do Brasil, sendo a quinta maior do mundo.

Dalila Calisto aponta, como consequência do rompimento da barragem, o desabastecimento de água para a população de cerca de quatro mil pessoas, obstrução do acesso até a cidade e poluição do rio Tromaí.

De acordo com a coordenadora da MAB, apesar de reuniões entre a mineradora e poucos dos familiares atingidos pelo crime ambiental, em que afirmou resolver até dia 26 de março o problema da falta de água potável e o acesso à região, ainda não houve resolução.

E, mesmo com o fornecimento de água pela empresa, poucos moradores conseguiram ter acesso ao carro pipa. 

Ela também reclamou do descaso do Poder Público em todas as esferas (federal, estadual e municipal). Mas informou que o Governo do Estado está se movimentando sobre a questão. 

Além disso, a coordenadora do MAB destaca que se a barragem principal tivesse sido rompida, o crime ambiental seria ainda maior, com as mesmas proporções do que aconteceu em Mariana (MG).

Ouça a entrevista completa em nosso TamborCast:

https://open.spotify.com/episode/6PNFWQcEh1inehHso8ZMxQ?si=YXvo07MkTTS3AG7_8jMB1Q&utm_source=whatsapp

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