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Emilio Azevedo afirma: “Brasil está presidido pelo comparsa de um criminoso!”

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Da Redação da Agência Tambor

20/06/2020

O jornalista Emilio Azevedo, um dos fundadores do jornal Vias de Fato, deu uma entrevista ontem (19/06), ao Radiojornal Tambor, onde conversou com a jornalista Flávia Regina sobre a prisão de Fabrício Queiroz e o combate a extrema direita brasileira. (Ouça, abaixo, o áudio completo com a entrevista).

Sobre o combate a extrema direita, Emilio acredita que esta é uma guerra de longo prazo, que passa por organização social, disputa institucional e um investimento sério em educação e comunicação. “Mesmo com a desmoralização de Bolsonaro, existe um ódio latente em parte da sociedade brasileira, movido por elitismo, misoginia, racismo, homofobia. E não sabemos como isso será direcionado e canalizado, nos próximos anos”, disse o jornalista.

Quanto a prisão preventiva de Queiroz, Emilio acha que o mais grave é a evidente relação dele com as milícias, isto é, com o que há de mais pesado no crime organizado. O jornalista lembrou que na folha corrida de Queiroz consta um assassinato, ocorrido há 18 anos e que até hoje nunca foi julgado. E hoje, esse mesmo Queiroz estava escondido num escritório falso de um advogado que fala em nome de Jair Bolsonaro.

Emilio comentou que mesmo após essa vexatória prisão, o atual presidente da república brasileira ainda se dispôs a fazer um vídeo, de um minuto e vinte e dois segundos, para mentir e defender publicamente Queiroz. “Tudo isso é um grande escândalo! A verdade é que nosso país está presidido pelo comparsa de um criminoso!”

Outra questão delicada, tratada pelo jornalista do Vias de Fato, foi o assassinato de Adriano Nóbrega, um criminoso que estava foragido, também miliciano, que tinha a mãe e a esposa nomeada, como funcionárias fantasmas, no gabinete de Flávio Bolsonaro. “A quem interessava a morte de Adriano? Foi queima de arquivo? É comum se ouvir as pessoas fazerem esses questionamentos”.

Ouça aqui a entrevista completa:

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