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Flávia Regina
No comando: Jornal da Tambor

Das 11:00 às 12:00

CLAUDIO LIMA CANTA COM A LIRA EM NOVO SHOW

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17/05/2019

O show acontece em 17 de maio, Dia Internacional do Combate a Homofobia, na Pequena Companhia de Teatro, Praia Grande, e reúne 15 canções que buscam uma representatividade homoafetiva.

Acompanhado por Toti Moreira e Luís Cruz (violão, guitarra, percussão e bateria), Claudio Lima reúne um conjunto de canções da música popular brasileira que abordam o tema homoafetivo. Composições de Johnny Alf, Renato Russo, Milton Nascimento, Chico Buarque, Gilberto Gil, Cazuza, Ângela Rorô, Caio Prado, etc.

“Algumas dessas canções fizeram parte da minha vida e formação. Ninguém fala sobre esse assunto, mas a música popular fala. É um show com a história da minha qualhiragem, 46 anos de qualhiragem”, afirma o intérprete que tem três discos lançados.

A lira no título do espetáculo está representada pelo violão, instrumento dos trovadores modernos, e pelo lirismo das letras. O título faz também uma brincadeira com o termo pejorativo local “qualhira” atribuído a homens afeminados, delicados ou gays. A direção do espetáculo é do teatrólogo Marcelo Flexa.

Claudio com a Lira é mais uma faceta de uma carreira marcada pela diversidade. Em seus três discos, o intérprete cantou clássicos da música americana, como My Funny Valentine, grandes compositores brasileiros, como TomZé e Tom Jobim e canções dos maranhenses Josias Sobrinho, Cesar Teixeira e Bruno Batista, entre outros.

Cláudio com a Lira
Pequena Companhia de Teatro,
Dia 17 de maio, às 20h – Centro Histórico
Apoio Cultural: BR-135 e Cervejaria Dona
Vendas de ingresso pela plataforma Simpla
Mais informações: 981791113 (assessoria de imprensa)

Repertório

Eu sou rebelde
(A. Magdalena, M. Alejandro, Paulo Coelho)
Homem com H
(Antonio Barros)
Veado
(Gilberto Gil)
Pai e Mãe
(Gilberto Gil)
Ilusão à toa
(Johnny Alf)
Balada do Louco
(Arnaldo Batista e Rita Lee)
Cobaias de Deus
(Cazuza)
Malandragem
(Cazuza e Frejat)
Não recomendado
(Caio Prado)
Tola foi você
(Ângela Rorô)
Eu não sou refém da maioria
(Claúdio Lima)

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