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Ativista critica política ambiental do governo do Maranhão

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Da Agência Tambor
Por Danielle Louise
15/09/2020

A integrante da Associação Guapé e da Articulação de Meio Ambiente e Segurança Alimentar e Nutricional da Amazônia, Auridenes Matos, conversou com a Agência Tambor, nesta segunda-feira (14) sobre Lei de Zoneamento Ecológico e Econômico do Maranhão (ZEE-MA) e questões ambientais.

Para ela, toda sociedade civil precisa se preocupar com as políticas públicas que compõem os governos, pois elas são necessárias para o desenvolvimento do país. “Os políticos passam, mas ficam as políticas públicas. Temos que focar nosso interesse nisso”, disse ela.

A entrevistada também destacou a importância da agricultura familiar ou agricultura de base, que, de acordo com ela, leva a maioria de seus produtos para a mesa do brasileiro. As feiras realizadas nos municípios são uma maneira de potencializar este tipo de serviço.

Auridenes Matos evidenciou como trabalhadores rurais não possuem incentivo econômico ou de outros setores para cultivar seus produtos e como não existe apoio por parte dos governantes. “Tem de haver políticas, fortemente, voltadas para apoiar essa atividade. Falta uma decisão política de mudar esse sistema”, denunciou a ativista.

Outro destaque na entrevista, foi sobre o funcionamento da Lei nº 11269, de Zoneamento Ecológico, instituída em maio deste ano pelo governo do Maranhão.

De acordo com a integrante da Associação Guapé, o Projeto de Lei, antes de ser instituído por Flávio Dino, não foi amplamente debatido pela sociedade civil, por meio das audiência públicas. E esta nova Lei é mais uma contradição deste governo estadual, segundo ela, pois há pontos que podem beneficiar o desmatamento, por exemplo.

“Faltou mais cuidado e atenção por parte do governo do Estado”, destacou.

Para ouvir a entrevista completa confira nosso TamborCast.

https://open.spotify.com/episode/7IJ4uBX4L5D2oOKPpW8JKI?si=E4IwFnQYThG6NCAg73E1wQ

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