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No comando: Inscrição para o debate “Comunicação, democracia e desigualdade social”.

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Apruma promove debate sobre o Future-se e os impactos na Educação pública

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Fonte: Apruma, seção sindical do Andes

Apruma promove debate sobre o Future-se e os impactos na Educação pública
A Associação dos Professores da UFMA (Apruma), seção sindical do Andes, vai realizar o debate com o tema “Os impactos do Future-se na carreira e no trabalho docente”, terça-feira, 27 de agosto, às 17h, no Auditório Central da UFMA (prédio da Reitoria), no Campus do Bacanga, em São Luís.

O evento terá como palestrante a professora Marina Pinto Barbosa, da Universidade Federal de Juiz de Fora e ex-presidente do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).

O objetivo do debate é esclarecer a comunidade universitária sobre o Future-se, programa do Ministério da Educação para universidades e institutos federais, explicando como o programa vai interferir no modelo público de Educação, na gestão das instituições de ensino e na autonomia universitária.

Entre as mudanças previstas no Future-se, o programa institui o financiamento privado na Educação pública. A proposta é combatida pelas organizações sindicais, com base na Constituição do Brasil, que garante a Educação como direito de todos e dever do Estado.

Na atividade desta terça-feira, a professora Marina Barbosa explicará as consequências do programa para a carreira docente. Entre os riscos que o programa pode introduzir, estão: contratação sem concurso público, aprofundamento de desigualdades na carreira, submissão das pesquisas ao interesse de empresas que se disponham a pagar por elas, comprometendo o caráter público do trabalho e o desmanche do vínculo entre ensino, pesquisa e extensão, atividades essenciais das universidades públicas.

PROPAGANDA

O Future-se vem sendo apresentado em propagandas pagas pelo governo como a solução para a crise na Educação pública. O programa também vem sendo mostrado como aberto à participação, embora haja uma pressão por adesão a partir do momento em que não se garantem, como previsto na Constituição e na legislação sobre Educação pública, os recursos para quem não aderir ao programa, dadas as condicionantes que interferem na autonomia das instituições.

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